Educação financeira nas escolas: qual seu impacto no desenvolvimento dos alunos?

Educação financeira nas escolas
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Educação financeira nas escolas: qual seu impacto no desenvolvimento dos alunos?
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Ao longo dos anos, a escola tem sido um reflexo da sociedade, e nada mais natural que ela acompanhe a evolução de seus cidadãos. Embora sua estrutura permaneça praticamente a mesma, alguns aspectos importantes sofrem transformações de acordo com as mudanças trazidas pelas novas gerações.

A educação financeira nas escolas, por exemplo, é um conceito relativamente novo, mas que tem se popularizado nos últimos anos. Antes, exclusivo de algumas instituições, o assunto se tornou matéria obrigatória ao ser incluído na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Isso significa que, até 2020, todas as crianças matriculadas no ensino fundamental devem cursar este conteúdo, tanto nas escolas públicas quanto nas particulares. Por isso, coordenadores de escolas em todo o país devem enfrentar o desafio de se adequar às exigências do Ministério da Educação e preparar seus professores para a tarefa de levar conhecimento financeiro aos seus alunos.

Além disso, é fundamental educar os pais sobre a importância de firmar uma parceria entre família e escola, a fim de auxiliar no desenvolvimento das crianças e jovens, formando cidadãos conscientes e financeiramente sustentáveis.

Saiba mais sobre como implementar a educação financeira no seu colégio e entenda quais são os benefícios do ensino da disciplina no ambiente escolar!
Indisciplina na Escola - projeto Político Pedagógico

O que é educação financeira?

O primeiro contato da criança com o dinheiro acontece de maneira natural, em seu convívio social, e os pais podem atestar que a curiosidade infantil sobre esse assunto é sempre muito grande. É comum que os filhos queiram saber o que podem comprar com determinada quantia e que também desejem entender como funcionam os cartões de crédito, por exemplo.

Na visão das crianças, o fascínio exercido pelas notas e moedas é compreensível: itens aparentemente sem valor, como pedaços de papel e metal, podem ser trocados por brinquedos, guloseimas e outros produtos. Conforme crescem, é observando os pais que elas vão criando sua visão sobre o dinheiro e, seja de forma consciente ou não, aprendendo a administrar seus recursos.

Porém, para muitas pessoas, o dinheiro continua sendo um tabu, e falar sobre o assunto é considerado deselegante. Com isso, a tarefa de educar os filhos para lidar com o dinheiro acaba sendo deixada de lado em milhares de lares brasileiros, perpetuando os problemas causados pela falta de educação financeira.

Em outros casos, os pais acreditam que ensinar os filhos pode se resumir a oferecer uma quantia mensal para uso pessoal — chamada de mesada — e oferecer algumas orientações sobre como poupar e não desperdiçar.

Na verdade, educação financeira é uma tarefa constante e contínua, que deve começar a partir da primeira demonstração de interesse por parte da criança e perdurar até a entrada na idade adulta. Nesse momento, a escola também tem grande participação.

A instituição de ensino, como uma parceira dos pais, é essencial na hora de ensinar crianças e jovens sobre o valor do dinheiro, a importância de se planejar financeiramente e a necessidade de administrar corretamente seus rendimentos. Afinal, o aluno pode agregar o que é aprendido nas aulas de Matemática e aplicá-los na prática, por exemplo.

Dessa forma, a educação financeira pode ser vista como um conjunto de práticas, orientações e vivências — que visam o aprendizado de habilidades básicas de administração de rendimentos, consumo consciente e gestão das finanças pessoais. Ou seja, ela deve ser vista como um processo que busca auxiliar o jovem a tomar decisões responsáveis e adequadas.

Ao contrário do que muitos pensam, o assunto não precisa necessariamente envolver temas complexos. O domínio dos conceitos mais simples, como planejamento dos gastos, reserva de emergência e a importância de poupar para realizar sonhos já é suficiente para ter um bom começo. Não é a toa que a educação financeira nas escolas é considerada uma das disciplinas de maior impacto na vida dos alunos e de suas famílias.

Qual a importância da educação financeira para crianças?

Esse questionamento é mais comum do que se imagina: se as crianças não possuem rendimentos próprios, ou seja, não trabalham e não recebem salário, qual seria a finalidade de ensinar sobre o dinheiro desde a infância? Porém, especialistas afirmam que o aprendizado deve começar logo nos primeiros anos de vida, para que, na idade adulta, o conhecimento possa consistir em boas escolhas e em uma situação financeira próspera.

É comum que as pessoas expostas aos conceitos de educação financeira na infância e adolescência apresentem maior facilidade na hora de administrar seu dinheiro quando entram na fase adulta. A falta de habilidade para gerir o salário, mesmo quando a pessoa possui bons rendimentos, faz com que ela adquira dívidas ou cometa erros graves na hora de tomar decisões que envolvem suas finanças.

Por outro lado, aqueles que aprenderam conceitos de educação financeira nas escolas ou com seus pais podem apresentar maior confiança na hora de administrar sua renda, multiplicar seu capital e até mesmo conquistar uma situação financeira mais confortável. Por isso, formar crianças, desde cedo, nesse quesito ajuda manter uma vida próspera e bem sucedida.

Além dos benefícios a longo prazo, iniciar a educação financeira na primeira infância pode ter efeitos positivos quase imediatos. Quando a criança é incluída no planejamento financeiro familiar e ensinada sobre a importância e o valor do dinheiro, ela reforça os vínculos familiares e compreende melhor as limitações econômicas. Na prática, isso pode ajudar a reduzir as frustrações apresentadas pela criança quando ela não tem todos os seus desejos atendidos de prontidão, por exemplo.

Outra consequência positiva da educação financeira se refere ao desenvolvimento de habilidades essenciais para a vida adulta. Se a criança é estimulada a abrir mão de desejos imediatos por uma conquista maior no futuro — como guardar moedinhas para comprar um brinquedo — ela aprende a se planejar melhor para realizar seus objetivos.

Essa competência é fundamental não apenas para equilibrar o orçamento, mas para administrar os relacionamentos pessoais, prosseguir na vida acadêmica, avançar na carreira e realizar seus sonhos. Afinal, os pais devem ter consciência de que não serão os provedores financeiros dos filhos para sempre. Portanto, é importante prepará-los para garantir o próprio sustento e, principalmente usufruir do dinheiro de forma consciente e responsável.

Como aplicar a educação financeira nas escolas?

Uma das principais diretrizes para a inclusão da educação financeira nas escolas é que a matéria deve fazer parte dos temas transversais — sendo incorporado à proposta pedagógica de cada instituição, de forma interdisciplinar. Assim, o ensino da educação financeira não deve se limitar à matemática, mas, sim, ser trabalhado em conjunto com todas as disciplinas.

Para isso, é preciso que os educadores estejam preparados para incluir os conceitos financeiros em suas aulas. Nesse sentido, é fundamental se inteirar sobre as diretrizes do Ministério da Educação, que orientam sobre como a educação financeira deve ser contemplada em cada uma das disciplinas do Ensino Fundamental e Médio.

Além disso, existem diversas estratégias para integrar os conceitos financeiros ao conteúdo estudado pelos alunos ao longo do ano, respeitando a faixa etária e o nível de conhecimento da classe. Confira algumas dicas para trabalhar o tema durante as aulas em conjunto com as disciplinas do currículo obrigatório!

Língua Portuguesa

O aprendizado da língua pode incluir a leitura e compreensão de boletos, faturas e carnês, bem como a definição de alguns termos financeiros e expressões relacionadas à economia — como à vista e a prazo.

Geografia

A disciplina pode ser um terreno fértil para a educação financeira nas escolas, com uma grande variedade de temas a serem explorados pelos educadores, como:

  • blocos econômicos;
  • exportação e importação;
  • desigualdade econômica em diferentes regiões e países;
  • crescimento econômico;
  • desenvolvimento estrutural;
  • relação entre IDH (Índice do Desenvolvimento Humano) e PIB (Produto Interno Bruto).

História

A disciplina possui uma relação direta com a educação financeira, o que permite contextualizar a função do dinheiro na sociedade e a evolução da moeda desde a época do escambo. Essa abordagem oferece uma perspectiva ampla sobre a importância do dinheiro para o desenvolvimento da população.

Matemática

Apesar de ser a matéria que mais se relaciona com a educação financeira nas escolas, é possível promover o ensino da matemática indo além das abordagens mais comuns — que muitas vezes se limitam às operações básicas e ao cálculo de porcentagens, juros e progressão aritmética.

A matemática pode ser uma grande aliada dos educadores na hora de repassar conceitos importantes, como cálculo do orçamento doméstico, redução de despesas, investimentos e previdência.

Biologia

O planejamento das aulas pode incluir noções de sustentabilidade, orientando sobre consumo consciente, descarte adequado dos resíduos e reaproveitamento de materiais. Um bom exemplo é o uso de garrafas pet para colocar projetos educativos em prática na sala de aula. Outra forma de trabalhar o tema é promover uma discussão a respeito do impacto ambiental decorrente do desenvolvimento econômico.

Ciências Naturais

Entre os conceitos exigidos pela BNCC para o ensino da educação financeira nas escolas, estão as habilidades relacionadas ao orçamento familiar, como o cálculo do consumo de energia dos eletrodomésticos. O estudante pode ser orientado a calcular o impacto destes equipamentos nos gastos familiares, assim como encontrar maneiras de reduzir as despesas por meio do uso consciente.

Literatura

A disciplina permite a leitura e análise de obras — como livros, contos e poemas — relacionados à economia e às finanças pessoais. Essa matéria pode se aliar à História e mostrar aos alunos como o tema refletiu nas produções literárias.

Educação Física

Apesar de não ter relação direta com os conceitos financeiros abordados na escola, existem maneiras criativas de trabalhar o tema com os alunos. O professor pode, por exemplo, pedir que os alunos pesquisem os preços de materiais esportivos e equipamentos utilizados em atividades físicas, desenvolvendo o pensamento crítico a respeito da acessibilidade do esporte.

É possível trabalhar a educação financeira nas escolas organizando o conteúdo em categorias, como:

  • situação pessoal e familiar a curto prazo: orçamento familiar, bens de consumo, patrimônio;
  • situação pessoal e familiar a médio e longo prazo: carreira, trabalho, empreendedorismo;
  • situação econômica do país e do mundo: bens públicos, crise, mercado, economia nacional e mundial.

Contudo, introduzir o assunto na grade curricular exige um planejamento eficiente. Por isso, antes de mais nada, é fundamental utilizar sempre uma linguagem acessível, evitando termos rebuscados e explicando os conceitos mais utilizados de forma simples e direta.

Além disso, a abordagem deve ser dinâmica e interativa, permitindo a participação do aluno em todas as etapas. Nesse sentido, utilizar a tecnologia na educação é uma boa maneira de atrair as crianças e jovens da nova geração, que vivem conectados e utilizam essas ferramentas com bastante naturalidade.

Outro cuidado essencial para o sucesso do ensino da educação financeira nas escolas é relacionar o conteúdo com a experiência pessoal dos alunos. Para isso, é interessante usar exemplos do cotidiano, que podem ser assimilados com mais facilidade.

Afinal, assim como em qualquer disciplina, deve ser utilizada a metodologia adequada para atingir os resultados desejados. Desse modo, cabe aos educadores buscar maneiras inovadoras de lidar com o assunto, respeitando o conhecimento prévio dos estudantes.

Existem exemplos interessantes que podem ser reproduzidos no ambiente escolar, visando desenvolver os conteúdos de forma prática. Para familiarizar as crianças com os conceitos de consumo, compra, venda e lucro, é possível organizar um mercadinho ou feirinha, com produtos e moeda fictícios.

Assim, os estudantes podem se revezar no papel de vendedores e consumidores, aprendendo a calcular valores, analisar o custo-benefício das mercadorias e fazer boas escolhas em situações cotidianas.

Os jogos de tabuleiro ou games eletrônicos também ajudam a assimilar diversos conceitos por meio de atividades lúdicas. Filmes, livros, músicas e outros recursos audiovisuais complementam as aulas e reforçam o conteúdo.

Para os alunos do ensino médio, oficinas e vivências sobre temas mais complexos — como guardar dinheiro para um intercâmbio e poupar para a aposentadoria — podem ser introduzidas de forma gradual, sempre associadas a atividades mais leves.

O tema da educação financeira nas escolas também pode incluir os pais nas ações desenvolvidas para conscientização dos alunos e da família. Os educadores podem, por exemplo, organizar palestras e workshops sobre finanças pessoais, organização do orçamento doméstico e outros assuntos que contribuem para a saúde financeira da comunidade.

Essa prática deve, inclusive, fazer parte da gestão de cobrança da instituição, dentro de uma estratégia que visa reduzir a inadimplência, sem a necessidade de tomar medidas extremas.

Qual o impacto da educação financeira no desenvolvimento dos alunos?

Os educadores compreendem que nem sempre é possível medir o impacto de certos aprendizados no desenvolvimento das crianças e adolescentes, uma vez que as consequências da educação só podem ser percebidas a médio e longo prazo. Porém, no que se refere à educação financeira nas escolas, é possível observar os reflexos do conhecimento no comportamento do estudante na sala de aula e no ambiente escolar.

Uma das vantagens mais visíveis, e mensuráveis, do ensino integrado é a melhora no desempenho dos estudantes em diversas disciplinas, principalmente em Matemática. Em muitos casos, é possível acompanhar resultados positivos após poucas atividades dirigidas, comprovando que o conteúdo ajuda não apenas a formar cidadãos mais conscientes e financeiramente responsáveis, mas também reflete nas notas e na performance dos alunos em exames e provas.

Além disso, o impacto do aprendizado não se restringe apenas às crianças e adolescentes, mas se estende até sua família. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Educação Financeira analisou as respostas de pais e responsáveis por crianças de 4 a 12 anos em 5 cidades brasileiras, e comprovou: as atividades desenvolvidas na escola podem auxiliar no orçamento doméstico e na situação financeira familiar.

Os frutos da educação financeira se estendem por toda a comunidade, uma vez que o conhecimento pode beneficiar todos os envolvidos no projeto escolar. Até mesmo a instituição é capaz de usufruir dos benefícios da disciplina: as técnicas e conceitos financeiros passados aos estudantes podem contribuir para a melhoria da gestão escolar, seja reduzindo custos ou otimizando o uso dos recursos disponíveis.

Aos poucos, cresce a compreensão sobre a importância de falar sobre dinheiro com as crianças, tanto dentro de casa quanto na escola. Afinal, é preciso investir nessa parceria para formar jovens com habilidade de cuidar das suas finanças e se manterem prósperos.

Como ensinar a criança a lidar com dinheiro?

Lidar com o dinheiro é uma habilidade que começa a ser desenvolvida em casa, pela observação dos pais e das pessoas do convívio da criança. Mas a escola pode ser uma aliada da família no ensino, orientando — na teoria e na prática — sobre a importância da gestão das finanças para a qualidade de vida.

A educação financeira nas escolas pode ser feita de forma individual ou coletiva, por meio de atividades e ações implementadas dentro das aulas e no tempo livre que os estudantes passam dentro da instituição.

No âmbito individual, por exemplo, os professores podem orientar os alunos sobre a compra de lanches na cantina. Existem vários ensinamentos escondidos dentro dessa tarefa simples que faz parte da rotina de inúmeras crianças:

  • guardar o dinheiro com segurança até o momento da compra;
  • escolher a melhor opção dentro das possibilidades financeiras e das orientações de cada família;
  • fazer o pagamento e calcular o valor do troco;
  • guardar o troco;
  • poupar para comprar produtos de valor mais elevado;
  • economizar ao escolher uma opção de menor valor.

Já pela perspectiva coletiva, o educador pode mobilizar a classe para a realização de um passeio ou uma atividade fora do ambiente escolar. Os alunos podem, com a supervisão dos responsáveis, levantar os valores de compras para uma ida ao cinema, por exemplo, listando todas as despesas — com ingressos, lanche, transporte — e calcular a parcela de cada um.

A compra de livros e material escolar também é uma questão que pode ser trabalhada em parceria com a família. Em muitos casos, comprar em grande quantidade pode significar descontos consideráveis. Dessa forma, os alunos podem se organizar para adquirir alguns dos materiais exigidos pela escola em conjunto, negociando os valores e economizando dinheiro.

Outra forma prática de trabalhar o tema, de maneira indireta, é incentivar a troca de uniformes, livros e outros materiais escolares entre os estudantes. Afinal, além de vivenciarem uma modalidade diferente de transação financeira — o escambo — as crianças e jovens aprendem sobre a importância do consumo consciente e da reutilização de produtos.

Ao longo dos anos escolares, o objetivo do educador deve ser o de formar cidadãos responsáveis e capazes de:

  • montar e seguir um planejamento financeiro;
  • administrar o orçamento doméstico;
  • pagar suas contas e recolher seus impostos em dia;
  • pesquisar os preços antes de fazer uma compra;
  • programar gastos recorrentes para evitar surpresas;
  • exigir a nota fiscal nas compras;
  • doar produtos, como roupas, livros, eletrodomésticos, em bom estado;
  • optar por comprar de empresas legalizadas e com responsabilidade social;
  • consumir com consciência, evitando comprar sem necessidade;
  • criar uma reserva de emergência para imprevistos;
  • poupar para realização de sonhos e compras de bens de maior valor;
  • investir e aplicar o dinheiro para obter um rendimento extra;
  • repassar o aprendizado de educação financeira para sua família e amigos.

De que maneira a educação financeira possibilita um futuro bem estruturado às crianças?

Nas últimas décadas, o papel da escola deixou de ser apenas o de ensinar as disciplinas básicas e transmitir conhecimento aos estudantes de maneira unilateral. A escola moderna é responsável por, em parceria com a família e a sociedade, formar jovens preparados para enfrentar os desafios do cotidiano com confiança e responsabilidade.

Isso inclui falar sobre temas que não faziam parte do currículo escolar, como sustentabilidade, tecnologia, combate ao preconceito e educação financeira. Essa grade curricular ampliada permite formar a base para a formação de cidadãos conscientes, capazes de tomar boas decisões.

Transformar a escola em um espaço de desenvolvimento, o professor em um parceiro dos pais, é um reflexo da sociedade, e o ensino de educação financeira como tema interdisciplinar é uma necessidade das novas gerações.

Se no passado o dinheiro não era considerado assunto de criança e não se falava sobre isso fora do âmbito familiar, atualmente a realidade é muito diferente. As crianças encaram com naturalidade a questão, se mostram interessadas em aprender e, com os estímulos certos, podem aproveitar o conhecimento adquirido para cuidar de suas finanças, empreender e multiplicar seu capital com segurança.

Falar sobre o dinheiro, na escola e em casa, é uma atitude extremamente necessária, mas é importante contextualizar o aprendizado dentro da realidade de cada criança. Afinal, a educação financeira não se limita ao pagamento de contas, e envolve os conceitos de ética, responsabilidade e valores pessoais. Afinal, o dinheiro pode proporcionar conforto, qualidade de vida e a possibilidade de realizar sonhos e objetivos.

Assim, adotar a educação financeira nas escolas representa uma preocupação genuína com o futuro dos estudantes, e deve ser uma tarefa constante na rotina escolar. Para isso, nada melhor do que contar com ferramentas e recursos que contribuem com o aprendizado, podendo o uso da tecnologia na educação ser um grande aliado!

sistema de ensino na educação infantil

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