O que é gestão escolar: entenda tudo sobre esse conceito!

Gestão escolar - entenda o conceito e a diferença entre gestão escolar e gestão educacional
18 minutos para ler

A escola é uma das fases mais importantes na vida de uma criança. É ali que ela faz amizades, dá os primeiros passos em direção à aprendizagem e começa a se moldar como cidadã. Os professores têm um papel de extrema relevância nesse momento, podendo direcioná-la aos melhores caminhos e oferecendo materiais que auxiliam na jornada do ensino.

É devido a essa importância que os diretores devem estar atentos a todos os aspectos que envolvem a educação. Saber o que é a gestão escolar e aplicá-la com eficiência em sua rotina de trabalho se faz essencial para garantir que seus alunos terão a melhor formação possível.

Mas, afinal, o que é gestão escolar e como, de fato, fazê-la funcionar? A seguir, você terá a resposta a essa e outras perguntas. Acompanhe!

O que é gestão escolar: entenda tudo sobre esse conceito!

O que é gestão escolar?

Com o objetivo de melhorar o ensino oferecido aos estudantes, a gestão escolar faz uso de estratégias e princípios para coordenar e elevar a eficiência dos processos que acontecem dentro da escola. Ou seja, administrá-la como um todo, considerando as particularidades de cada setor.

Para isso, ela requer uma liderança bem-fundamentada, resultados visíveis, entendimento dos objetivos da instituição por parte dos funcionários, relevância do currículo e a participação ativa dos pais.

Na gestão escolar, não é só o diretor que se faz necessário — embora ele seja o líder que se certifica de que tudo seguirá conforme seu planejamento. Mas somente ele não teria condições de acompanhar de perto cada processo. É por isso que outros colaboradores têm papéis importantes nessa equação. Alguns exemplos são:

  • vice-diretor: é o braço-direito do diretor, estando a seu lado para dividir tarefas que dizem respeito à gestão administrativa e pedagógica. Além disso, é quem faz a ponte entre o líder e o corpo docente da escola;
  • coordenador pedagógico: responsável por garantir que os professores estão se desenvolvendo junto dos alunos e acompanhar os resultados da aprendizagem contínua;
  • orientador educacional: quando há alguma situação que requer comunicação entre a escola e os pais ou os alunos, por exemplo, é o orientador que faz toda a mediação.

Como surgiu a gestão escolar?

Na década de 1920, começava um movimento entre os estudiosos, que comparavam instituições de ensino a centros empresariais. Nesse cenário, os diretores desempenhavam os mesmos papéis em ambos os ambientes: fazer pagamentos de funcionários, motivar os colaboradores, tratar de fluxos de caixa, entre diversos fatores.

Porém, aos poucos, os estudiosos perceberam que a hierarquia e as burocracias presentes nas empresas não tinham tanto espaço nas escolas. Assim, no final da década de 1980 veio a público o conceito de gestão escolar como conhecemos hoje. Isso significa que ela traz muitos aspectos da administração, mas adaptando-os à sua realidade.

Gestão escolar ou gestão educacional?

Pela semelhança dos termos, pode haver confusões entre eles. Mas saiba que, na verdade, eles têm abordagens completamente distintas. A gestão escolar diz respeito a tudo que acontece no ambiente de ensino. Nesse cenário, cada escola faz as suas normas e segue sua proposta pedagógica.

Por sua vez, a gestão educacional tem como base o direcionamento dos sistemas de ensino federal, estadual e municipal. Em outras palavras, compete ao Governo e envolve a compreensão de que o ensino é um dos fatores determinantes para avaliar a saúde e o desenvolvimento de um país.

Quais são os pilares da gestão escolar?

Na construção de uma gestão escolar estratégica, alguns fatores são levados em consideração — também chamados de pilares. A seguir, você conhecerá os principais deles!

Gestão pedagógica

Da mesma forma que todo bom filme tem um roteiro eficiente para que as cenas façam sentido, uma escola precisa de diretrizes bem definidas para dar força à jornada de aprendizagem de seus alunos — no caso, os personagens principais dessa história.

Tais diretrizes também estão atreladas aos conteúdos da grade curricular proposta e os objetivos e resultados a serem alcançados nesse processo. Diante desse cenário, essa gestão é a responsável por montar o projeto político pedagógico e escolher as metodologias que vão ditar o ritmo do ensino.

Para colocá-la em prática, a figura do diretor é essencial, contando com a ajuda do coordenador pedagógico. Juntos, eles fazem o planejamento pedagógico anual, e sua atuação contempla quatro áreas:

  • gestão de resultados: essa é uma das áreas mais importantes, afinal, a gestão escolar tem a obtenção de resultados como seu maior objetivo;
  • gestão de currículo: nesse aspecto, é feita uma avaliação do desempenho dos estudantes e da atuação do corpo docente para definir os processos de aprendizagem;
  • gestão da ação docente: para colocar em prática o planejamento, é preciso do apoio dos professores. Essa área incentiva essa colaboração e promove ações para motivá-los a cumprir com o conteúdo programático;
  • gestão do patrimônio: é necessário também fazer investimentos em tecnologias e recursos para promover a educação na escola, e é essa área a responsável por definir tal aspecto.

Gestão administrativa

A atuação da gestão administrativa deve estar presente no projeto político pedagógico. Os recursos físicos e financeiros da escola precisam ser geridos com sabedoria, e a secretaria necessita de auxílio para dar sequência a seus serviços.

O conhecimento de todos os números que concernem o financeiro da escola é fundamental: das despesas com inadimplência de alunos até as estratégias econômicas do planejamento pedagógico. Em outras palavras, é necessário que a gestão tenha plena consciência do estado em que a instituição se encontra, tendo base na transparência de informações e de objetivos.

Gestão financeira

Já a gestão financeira cuida dos orçamentos, controla as despesas e está sempre em busca de otimizar os investimentos feitos pela escola, a fim de que as metas de aprendizado sejam colocadas em prática.

Para isso, seus responsáveis precisam tomar decisões acertadas, ágeis e seguras para contornar quaisquer problemas financeiros e criar oportunidades para a educação. Essa gestão trabalha diretamente com a administrativa e a pedagógica para oferecer aos alunos o melhor ambiente escolar, com recursos físicos de qualidade sem altos custos.

Nesse sentido, o equilíbrio é a palavra-chave de uma gestão financeira eficiente. Ele também precisa estar aliado ao planejamento claro, com a noção de contas a pagar e receber, além das despesas fixas e variáveis.

Gestão de recursos humanos

Se a gestão pedagógica é como um roteiro, a de recursos humanos é a escalação de elenco e capacitação de personagem. Afinal, sem eles, não há história ou aprendizagem. Mas nem só de protagonistas vive uma escola, e é por isso que pessoas que não diretamente envolvidas com os processos também devem ser levadas em consideração.

Novamente, o diretor é importante, mas deve estar atento ao seu papel de liderança — se contiver a autonomia dos colaboradores e for orientada ao individualismo, pode desestimular seus liderados. Uma boa comunicação faz parte de seus encargos, como veremos no próximo tópico.

Gestão de comunicação

A comunicação é fator importante para que todos os colaboradores estejam alinhados aos objetivos da escola e possam desempenhar suas funções de modo a potencializar o processo de ensino-aprendizagem. Não somente a equipe interna deve estar em constante diálogo: os pais também são peças-chave para a excelência dessa gestão.

A escola precisa ter um canal de comunicação de fácil acesso, permitindo que as informações sejam transmitidas de forma rápida e clara. São alguns exemplos:

  • calendário das atividades escolares;
  • comunicados da diretoria;
  • alterações em normas ou diretrizes da escola;
  • divulgação de eventos para toda comunidade escolar;
  • reuniões de pais e mestres;
  • desempenho dos estudantes durante o ano letivo.

Essas informações podem ser disponibilizadas em murais físicos da escola, em plataformas às quais todos tenham acesso, aplicativos ou mesmo por e-mails disparados com certa frequência. O ideal é que elas não fiquem perdidas ou esquecidas e que todos os eventos do ambiente de ensino sejam bem-aproveitados.

Gestão de tempo e eficiência dos processos

O tempo é um recurso valioso em diversos setores da vida de uma pessoa. Na escola, não seria diferente. O ano letivo é, geralmente, composto por 200 dias considerados úteis — e é neles que a gestão distribui todas as atividades e campanhas planejadas. As respostas também precisam ser dadas em um tempo hábil, a fim de evitar quaisquer gargalos.

Cada série tem seus conteúdos previstos de acordo com o nível de maturidade dos alunos. Por isso, cabe aos professores dividirem os semestres de modo que todos os assuntos sejam abordados com a devida atenção, sem a necessidade de apressamento, levando em consideração a eficiência do processo.

Agora que você já conhece os principais pilares da gestão escolar, está convencido da importância que ela tem quando feita de forma estratégica? Para não restarem dúvidas, continue a leitura!

Por que é importante desenvolver uma gestão escolar estratégica?

Uma escola pode definir suas diretrizes e os conteúdos das grades curriculares, que são aspectos dos quais não há como fugir ao abrir as portas para os alunos. Contudo, sem uma gestão estratégica, é possível que os desafios ganhem proporções ainda maiores, a ponto de tornarem a rotina dos diretores muito tumultuada.

Com uma gestão escolar eficiente, os bons resultados são uma consequência inevitável: para os alunos, que recebem as melhores oportunidades de ensino, e para escola como um todo, que tem ganhos em retenção de estudantes, reconhecimento no mercado e na otimização dos processos.

Assim, não há retrabalhos ou ruídos de comunicação, e os diretores têm espaço para tomar decisões acertadas. Uma escola que tem conhecimento de suas despesas, além dos seus pontos fracos, consegue encontrar formas de melhorar o trabalho realizado.

Isso dá a cada colaborador mais estímulo para desempenhar suas funções dentro do ambiente escolar. Afinal, ele tem pleno conhecimento do seu papel no processo de ensino-aprendizagem e também de sua importância.

Gestão democrática

Nesse cenário, uma gestão escolar democrática dá voz aos colaboradores e aos alunos para que, juntos, construam a melhor educação possível. Isso tira certo peso das costas do diretor, que conta com outras pessoas para ajudar nas tomadas de decisões e a cuidar dos recursos físicos da escola.

Além de se tornarem os protagonistas do próprio ensino, os alunos aprendem noções de responsabilidade — o que ajuda ainda mais a formá-los enquanto cidadãos. O resultado é uma educação de qualidade, com melhor rendimento de todos.

Quais são os principais desafios enfrentados pelo diretor da escola?

Mesmo com uma gestão escolar eficiente, existem diversos desafios que fazem parte da rotina dos diretores. No entanto, a maneira como eles lidam com essas dificuldades é que define o sucesso da sua atuação e, consequentemente, reflete na qualidade de ensino oferecida.

Conheça, a seguir, quais são os principais desafios que surgem nos diferentes pilares da gestão escolar!

Mudanças no ensino

Recentemente, o Brasil foi palco das mudanças da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Com isso, veio a reforma do Ensino Médio, que tem como objetivo flexibilizar a grade curricular das instituições de ensino para integrar a comunidade escolar. Ou seja, aproximar os alunos com os professores e com a escola como um todo.

Diante desse cenário, as escolas precisaram passar por uma completa reformulação de sua estrutura. Se as diretrizes bem definidas funcionavam a pleno vapor, gerando resultados para a gestão, foi necessário se adequar às mudanças quanto à carga horária, ao tempo integral e às matérias obrigatórias.

Mas não é só isso! Novas tecnologias surgem a todo momento para substituir modelos que já não suprem as demandas e para resolver problemas de forma ágil, sem ou com pouca intervenção humana. Os gestores devem se inteirar sobre essas ferramentas para melhorar ainda mais a imagem da escola perante os pais dos alunos.

Captação e retenção de alunos

Aqui, estão dois grandes desafios de toda gestão escolar. Se o intuito é oferecer um ensino de qualidade, a retenção de alunos se posiciona como um importante indício de que ela está obtendo resultados ou não.

Da mesma forma, a dificuldade de captar novos estudantes pode demonstrar que o projeto pedagógico não é claro ou atrativo o suficiente para ganhar a atenção de pais preocupados com a aprendizagem de seus filhos.

O primeiro passo em direção ao sucesso é entender o seu público: o que essas crianças e jovens esperam de um conteúdo programático, de que forma eles se engajam mais e o que o corpo docente pode fazer para tornar essa experiência única.

Capacitação e motivação dos funcionários

Assim como as novas tecnologias exigem adaptação por parte da estrutura educacional, os professores precisam estar confortáveis para lidar com elas. Nesse sentido, a capacitação contínua faz toda a diferença para reunir um corpo docente de qualidade e apto para ajudar a desenvolver as habilidades socioemocionais dos estudantes.

Esses profissionais também devem ter motivação e engajamento com os projetos da escola, garantindo que nenhuma etapa dessa jornada de ensino fique para trás. Diante de crianças e jovens curiosos, ávidos por aprender, a inteligência emocional é de extrema relevância. A gestão consegue ajudar bastante nessa área, seja por meio de treinamentos, seja pelo acompanhamento próximo de seus educadores.

Comunicação efetiva

Vimos que a comunicação entre a escola e os pais é necessária para que informações a respeito do desempenho dos alunos e de como o ambiente está contribuindo para esse aspecto não sejam perdidas. Muitas vezes, a gestão não sabe de que maneira propor esse diálogo e, ao mesmo tempo, engajar todos os envolvidos.

Reuniões são recursos importantes, mas que podem ganhar uma nova roupagem com o auxílio de tecnologias. O formato em que um responsável (seja o diretor, seja o coordenador pedagógico) expõe fatos e dá seus comunicados sem sugerir a interação entre os presentes nem sempre é a solução que mais apresenta valor aos pais.

Do mesmo modo, esse modelo dificilmente funciona com as crianças e jovens. Por isso, o ideal é criar canais de comunicação em que todos percebam sua importância. Ali, podem tirar dúvidas, receber comunicados ou mesmo trocar ideias com os colaboradores da escola sobre temáticas relacionadas à Educação.

Além disso, a comunicação interna também precisa ser bem trabalhada para garantir que toda a equipe esteja alinhada aos objetivos da escola. Assim, os processos são otimizados, e as tomadas de decisão ganham maior endosso.

Índices de inadimplência

Nenhum gestor fica com o sentimento de dever cumprido quando se depara com altos índices de inadimplência. Isso pode ser um sinal de que a comunicação com os pais não é suficiente ou, pior, que as propostas pedagógicas da escola não estão agradando — o que tem a possibilidade de resultar até mesmo em evasão escolar.

Gerir uma instituição de ensino com baixas acentuadas não é tarefa fácil. Por isso, é preferível montar planos de ação para que a situação não se torne extrema, do que precisar lidar com o problema quando ele for muito difícil de resolver.

Sustentabilidade

Esse assunto tem pautado conversas em todo mundo devido à sua importância. Por ser o berço do conhecimento, local com a responsabilidade de formar cidadãos conscientes, a escola deve ensinar às crianças sobre sustentabilidade.

Não somente ensinar, é necessário promover ações sustentáveis, incentivando toda a comunidade escolar a reciclar, economizar os recursos da natureza e reduzir os desperdícios. É ali que o exemplo começa a se espalhar.

Como desenvolver a gestão escolar da sua instituição?

Diante de todas essas informações, fica o questionamento: de que forma é possível desenvolver uma gestão eficiente? Além, é claro, de um planejamento estratégico. A partir de agora, você vai conhecer alguns pontos que não podem ficar de fora do plano de ações para sua escola. Confira!

Integração de processos

A escola é uma orquestra: quanto mais os integrantes estiverem em sintonia, melhores serão os resultados. Por essa razão, além de os colaboradores seguirem conforme a mesma música, os processos devem ser bem definidos e integrados, para manter a ordem e a qualidade.

Mensurar resultados faz parte do escopo de uma gestão escolar estratégica. Se os processos são integrados, essa prática se torna menos complicada — além do fato de que as oportunidades de melhorias ficam mais visíveis.

Controle financeiro

Saber em quais setores investir vai contribuir bastante para que os recursos financeiros sejam bem aproveitados. Adquirir novos materiais para auxiliar os professores em sala de aula, proporcionar melhorias na infraestrutura para atender melhor os alunos e contratar profissionais que agreguem valor ao quadro de funcionários são alguns exemplos de como usar o capital com sabedoria.

É fundamental que haja um fundo de reserva com capacidade de cobrir quaisquer despesas que não foram previstas pela gestão. Novamente, é questão de precaução e planejamento a fim de garantir a saúde financeira da escola.

Automatização

Usar tecnologia a favor da escola é uma maneira de otimizar processos e minimizar as possibilidades de erros. Ao extrair dados reais sobre a situação financeira da instituição, a gestão pode ter insights que vão potencializar o ensino oferecido aos estudantes. Essas informações servem também para que se aprenda com os erros, transformando-os em oportunidades.

Uma plataforma que seja benéfica para a direção, para o corpo docente e para os alunos é parte essencial de uma gestão escolar eficiente. Com esse recurso, é possível solucionar problemas de comunicação (tanto externa quanto interna), propor maneiras atrativas de consumir conteúdos e fornecer materiais de apoio para professores.

Capacitação de funcionários

Como vimos, o alinhamento aos objetivos da escola é fundamental para que o ensino seja, de fato, de qualidade. Nesse cenário, os colaboradores devem ter clara noção do que é esperado deles e como é o escopo de seu trabalho — ou seja, seus direitos e deveres perante o ambiente do ensino.

Para isso, a capacitação de funcionários se faz necessária, promovendo uma formação contínua a todos. Caso seja preciso incluir softwares ou plataformas para automatizar os processos, eles devem estar aptos a trabalhar com essas tecnologias.

Foco no aluno

Vale ressaltar, por fim, que todas essas oportunidades devem ser direcionadas para os alunos. Eles são os protagonistas do processo de ensino-aprendizagem, e qualquer recurso ou estratégia que os faça desenvolver é bem-vindo.

As notas nas provas e atividades são avaliações que norteiam o trabalho dos professores. Contudo, essa jornada não se resume a resultados ou números. Essas crianças e jovens devem moldar sua personalidade enquanto aprendem sobre as disciplinas da grade curricular obrigatória estipulada pelo Ministério da Educação (MEC).

Atividades dinâmicas, formatos interativos, — que não os deixem fechados somente dentro de sala de aula —, e recursos tecnológicos são algumas possibilidades a serem inseridas no planejamento pedagógico.

Agora que você entendeu o que é a gestão escolar e como ela é importante para assegurar a aprendizagem, sabe que os desafios não são poucos — mas que é possível contorná-los com planejamento estratégico e a colaboração de todos. Que tal seguir as dicas deste artigo e tornar a sua escola um exemplo de excelência?

Para ajudá-lo nessa missão, aproveite para baixar o e-book sobre gestão escolar saudável. Esse guia completo para diretores traz direcionamentos que vão complementar a leitura deste artigo!

O que é gestão escolar: entenda tudo sobre esse conceito!