Guia completo sobre o Projeto de Vida e Carreira do Novo Ensino Médio

Guia completo sobre o Projeto de Vida e Carreira do Novo Ensino Médio
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Em 2017, foi estabelecida a medida provisória que prevê a reforma do Ensino Médio no Brasil. Um dos objetivos da decisão é reduzir a evasão de alunos do colégio, fazendo com que esse período se torne mais atrativo e flexível, além de ajudá-los a dar os primeiros passos na carreira profissional.

O novo modelo foi inspirado na Austrália e Coreia do Sul, e inclui o aumento da carga horária e disponibiliza diferentes possibilidades de escolhas aos discentes por meio dos itinerários formativos, que focam nas áreas de conhecimento e também na formação técnica e profissional.

Outra novidade com a qual as instituições de ensino devem se preparar para lidar é o Projeto de Vida e Carreira proposto pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Ele visa a criação de práticas mais inclusivas, que sejam capazes de diferenciar o currículo, revertendo os quadros de exclusão histórica que acabam por marginalizar determinados grupos da sociedade.

Quer saber mais? Confira o nosso guia com tudo que você precisa saber sobre o Projeto de Vida e Carreira do Novo Ensino Médio. Boa leitura!

O que é o Novo Ensino Médio?

Basicamente, o Novo Ensino Médio é definido como a reforma da grade curricular, que foi aprovada a partir da Lei nº13.415/2017, no governo do ex-presidente Michel Temer. A medida fez alterações nas Diretrizes e Bases da Educação Nacional, gerando mudanças significativas na forma como o ensino brasileiro está estruturado.

Com isso, foi ampliado o tempo do estudante na escola, a organização curricular se tornou mais flexível e a BNCC passou a determinar um currículo comum obrigatório para os discentes. As disciplinas foram organizadas em itinerários formativos, nos quais os alunos podem se aprofundar, que são: Linguagens e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias, Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, e Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Também é possível selecionar uma disciplina da Formação Técnica e Profissional (FTP).

Nesse novo modelo, os colégios têm autonomia para decidir quais itinerários formativos querem oferecer, desde que levem em consideração uma grade curricular que estimule a participação da comunidade escolar. Dentre a quatro áreas de conhecimento, as disciplinas de Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Matemática são obrigatórias.

As redes de ensino devem se adaptar à legislação até o ano de 2022. O processo de implementação deve ocorrer de maneira progressiva, ampliando o número de escolas anualmente.

Quais os objetivos do Novo Ensino Médio?

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o objetivo do Novo Ensino Médio é aproximar os alunos das transformações que acontecem no mercado de trabalho, promovendo uma formação condizente com os tempos atuais e de alta qualidade. Em resumo, a sua proposta é determinar uma estrutura curricular comum para todas as instituições de ensino por meio da BNCC e outra que seja flexível, escolhida e organizada pelo próprio estudante.

Desse modo, os alunos terão mais autonomia para definir os rumos da sua formação, podendo seguir um processo de aprendizagem que esteja em conformidade com os seus interesses de conhecimento e afinidades pessoais.

Quais as principais mudanças causadas?

Para saber como a sua escola pode se preparar para o Novo Ensino Médio, é fundamental analisar as mudanças causadas pela medida. Assim, será possível entender o seu funcionamento e adequá-lo à sua instituição de ensino. Acompanhe as principais mudanças e como implementá-las:

Carga horária ampliada

No antigo modelo, a carga horária era de 2.400 horas e agora passa para 3.000 horas, das quais 1.200 horas poderão ser escolhidas pelo estudante para que se aprofunde em uma ou mais áreas de conhecimento e de formação técnica e profissional.

O aluno terá a oportunidade de estudar todas as disciplinas relevantes para a sua vida em sociedade e também sairá do Ensino Médio mais preparado para encarar o mercado de trabalho.

Flexibilização do currículo

Antes da reforma, as escolas tinham que trabalhar 13 disciplinas obrigatórias para os alunos ao longo dos três anos do Ensino Médio. A partir de agora, apenas as disciplinas de Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Matemática serão obrigatórias para todos.

Nesse contexto, o estudante pode escolher em quais áreas de conhecimento quer se aprofundar. A possibilidade de especialização passa a valer do meio do segundo ano em diante. Por causa disso, o Ensino Médio não terá necessariamente três anos, pois será criado um sistema de créditos e o aluno que atingir os créditos estipulados poderá se formar.

Ensino técnico

Uma das maiores mudanças da reforma do Ensino Médio é a possibilidade de o aluno cursar o ensino técnico em uma instituição que tenha parceria com o seu colégio, enquanto continua realizando a sua formação básica. Ainda existe a alternativa do Ensino Médio Integrado, em que o estudante faz as suas formações na mesma instituição.

Nesse cenário, pode-se inserir o ensino técnico dentro da carga horária do ensino regular. No final da especialização, os alunos recebem um certificado de conclusão do Ensino Médio e do curso profissionalizante escolhido.

Capacitação dos professores

Para lecionar era necessário que o profissional de educação tivesse se formado em um curso de licenciatura, independentemente de qual era a sua graduação. Nessa modalidade, o indivíduo pode dar aulas, o que não acontece no bacharelado.

Com o intuito de suprir a grande demanda de professores, o que se deve ao caráter técnico do Novo Ensino Médio, esse tipo de contratação também sofreu alterações. Não há mais a necessidade de o professor ter o curso de licenciatura, podendo ser contratado mediante a comprovação de conhecimento notório em relação às disciplinas. Isso significa que profissionais formados em áreas relacionadas às disciplinas poderão lecioná-las.

Quais são as vantagens do Novo Ensino Médio?

Como já foi dito, a finalidade do Novo Ensino Médio é aumentar a qualidade de ensino para toda a comunidade escolar para gerar mais engajamento dos alunos com o processo de formação. Saiba, abaixo, quais são as outras vantagens dessa reforma.

Melhora o rendimento dos estudantes

Até mesmo para os alunos que já apresentam um perfil autodidata, é inegável que a opção de organizar a própria rotina de estudos aumenta o rendimento de forma geral. Com horários pré-determinados para estudar e o acesso aos professores em tempo real, não há mais desculpas para procrastinar ou faltar às aulas.

Uma vez que escolhem as disciplinas que desejam se dedicar e que têm mais afinidade, os estudantes terão mais prazer em comparecer às aulas e realizar as atividades solicitadas. No decorrer da implementação do Novo Ensino Médio, a escola vai perceber uma melhoria considerável na performance dos discentes.

A flexibilidade para escolher as áreas que deseja estudar também serve para despertar talentos, de modo a contribuir para que os jovens descubram quais são as suas aptidões profissionais, haja vista que o maior tempo de permanência na escola os ajuda a explorar o seu potencial de maneira produtiva e com a mensuração e análise de resultados.

 Segue o modelo de países desenvolvidos

Em outros países, como o Japão, Estados Unidos, Finlândia, Austrália e Coreia do Sul, o período integral é entendido como um avanço no processo educacional. A qualidade dessa modalidade de ensino é comprovada com base em testes e avaliações de nível local e global, como o levantamento feito pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA).

Sabendo que a educação é a base para a construção de uma sociedade, os índices positivos na saúde econômica, segurança e qualificação profissional desses países demonstram que o ensino integral é um bom caminho para beneficiar uma nação.

Ajuda a desenvolver identidade e autonomia

Entre as principais vantagens da administração do tempo com um número maior de demandas está o desenvolvimento da autonomia. Isso porque, sem responsabilidade, o aluno tem dificuldades para se adequar a um ritmo acelerado de tarefas.

Nessa circunstância, as habilidades são favorecidas, compreendendo as competências e comportamentos que no dia a dia formam o estilo de vida. Inclusive, a construção da identidade também é influenciada durante o período em que o aluno passa na escola, pois nessa fase as pessoas e ambientes com os quais convive afetam a sua percepção de mundo, bem como as motivações pessoais.

Pode-se dizer que dedicar mais tempo aos estudos, dentro de um espaço sociável repleto de professores capacitados e colegas com metas similares, é uma poderosa ferramenta para incentivar o autoconhecimento e, consequentemente, a evolução pessoal.

O que é o Projeto de Vida e Carreira do Novo Ensino Médio?

Instituído pela BNCC, o Projeto de Vida permite que as escolas enxerguem os estudantes em sua totalidade, o que facilita o trabalho da equipe pedagógica, que entende melhor os diferentes aspectos que compõem a personalidade, competências e habilidades dos alunos. Tal entendimento ajuda na construção do planejamento da formação educativa, com a definição de práticas que envolvam solidariedade e garantam mais autonomia.

Portanto, o Projeto de Vida é o eixo sobre o qual as instituições de ensino devem organizar as suas práticas. Ele propõe ações inclusivas e que diferenciam o currículo dos alunos, e busca diminuir os índices de exclusão que geram a marginalização de determinados grupos sociais. Em decorrência disso, o projeto realiza avaliações periódicas que verificam quais são os níveis de interação, cooperação, comunicação e felicidade dos discentes.

Essas informações são úteis para que coordenadores do colégio criem metodologias eficientes, que estejam alicerçadas em objetivos claros e específicos de aprendizagem. Utilizar práticas que convidem os adolescentes a se questionarem sobre quais são as suas intenções profissionais é extremamente importante para obter melhores resultados quanto aos fatores socioemocionais e cognitivos que regem a evolução do aluno.

O foco do Projeto de Vida está no universo do trabalho. Assim, é papel das escolas mediar e contextualizar o processo de descobrimento de afinidades e escolha de profissões de acordo com o interesse e perfil de cada estudante. Para tanto, o colégio organiza e elabora o seu currículo, seguindo as diretrizes determinadas pelos órgãos de educação, a fim de colaborar para a formação educativa e simultaneamente atender às regras da BNCC.

Como funciona o Projeto de Vida

O Projeto de Vida tem a função de complementar a personalização do Novo Ensino Médio, uma vez que a escola desenvolve uma cultura que gera oportunidades para que os estudantes identifiquem e aprimorem os seus interesses próprios, determinando e conquistando objetivos pessoais. Tudo isso sem deixar de contar com o suporte e orientação dos professores e coordenadores.

Por meio dessa postura, o colégio auxilia os alunos a compreenderem o contexto em que estão inseridos — condição que traz embasamento para que reflitam sobre as consequências das suas atitudes. Sendo assim, o Projeto de Vida ultrapassa as barreiras da escola, sendo crucial para aperfeiçoar continuamente as competências sociais e intelectuais dos jovens, o que resulta na construção de cidadãos cientes das suas responsabilidades no mundo.

Os agentes do processo de formação dos alunos, como coordenadores educacionais e professores, em parceria com as famílias precisam entrar em consenso sobre as práticas para que esse movimento de inovação transcorra de maneira espontânea. É necessário pensar para além das exigências acadêmicas. Há que se considerar o desenvolvimento integral dos discentes, fazendo com que evoluam em seus estudos em diferentes perspectivas.

Diante disso, os colégios devem abordar assuntos que afetem positivamente a trajetória dos alunos, como estabilidade emocional, autonomia, curiosidade e sociabilidade. A aplicação de tarefas extracurriculares, que integra as áreas de conhecimento trabalhadas em sala, possibilita a personalização do ensino, por exemplo. Ao atuar dentro dessas circunstâncias, o estudante consegue reconhecer quais são os seus objetivos de vida e, assim, definir mecanismos para concretizá-los.

Em suma, o Projeto de Vida está diretamente relacionado à transformação social a partir do contexto escolar. Utilizando como princípio os objetivos e metas, características e necessidades dos alunos, a escola estimula a evolução das habilidades requeridas na vida pessoal e profissional dos jovens, o que os prepara para uma vida adulta bem-sucedida.

Os 3 pilares do Projeto de Vida nas escolas

Para ser eficiente, o Projeto de Vida precisa ser trabalhado em três dimensões. Essas três áreas permitem um desenvolvimento holístico do projeto de vida do aluno, evitando que ele negligencie fatores importantes para o conhecimento e planejamento do seu futuro, tanto pessoal quanto profissional. Veja quais são as dimensões abordadas.

Pessoal

O principal aspecto tratado nesse pilar é o autoconhecimento, que faz com que os estudantes se reconheçam enquanto sujeitos em uma sociedade. Os pontos a serem desenvolvidos são:

  • a construção da sua identidade e valores que guiam as suas ações;
  • o reconhecimento e entendimento da sua origem;
  • a melhor maneira de lidar com as suas emoções.

Nesse processo, o jovem reconhece os seus próprios interesses, vontades e habilidades. Por meio disso, ele também melhora a sua autoaceitação e autoestima — fatores que trazem autoconfiança e contribuem para o desenvolvimento pessoal.

Social

No que diz respeito à dimensão social, os adolescentes são estimulados a refletir sobre as suas relações interpessoais, não só com os membros da sua família e colegas de escola, mas também com o restante do mundo. Faz parte desse processo compreender como essas relações impactam a sua vida e decisões.

O desenvolvimento dessa área no Projeto de Vida pode ser feito a partir de atividades em grupo, que são ótimas para criar um senso de responsabilidade e colaboração para o atingimento do bem comum. É recomendado falar sobre a importância das ações dos cidadãos para solucionar os problemas coletivos da sociedade, trazendo situações vivenciadas na escola e no planeta como um todo. A dimensão social ainda incentiva o senso de empatia e ética do indivíduo.

Profissional

Esta dimensão é base do Projeto de Vida, caracterizando-se por direcionar a inserção e permanência do jovem no universo profissional, ajudando-o a ter uma atuação produtiva para ele e para a sociedade.

Mais uma vez, o autoconhecimento é importante para que o estudante identifique e desenvolva as suas competências, habilidades e demais conhecimentos formais. Nessa fase, os educadores auxiliam os jovens a adequar-se às transformações do trabalho. Para que isso seja possível, a escola aborda a criatividade, empreendedorismo e uso das ferramentas tecnológicas.

Como o Projeto de Vida e Carreira do Novo Ensino Médio pode ser trabalhado?

Geralmente, o projeto de vida de uma pessoa inclui os questionamentos: ‘’Quem sou eu?’’ e ‘’Quem eu almejo ser?’’, a partir daí ela poderá traçar o caminho para alcançar os seus objetivos. A resposta da primeira pergunta exige autoconhecimento para que o estudante entenda quais são as suas características e potenciais a serem aperfeiçoados.

Sabendo quem é e quais são as suas competências e talentos, o aluno pode estruturar um planejamento para obter a resposta para a segunda pergunta. Vale ressaltar que esse questionamento não pode ser confundido com uma resposta simplista, que considera somente a área profissional. Isso porque estamos falando de um planejamento que norteia o futuro dos discentes, ou seja, envolve interesses, objetivos e sonhos.

Conheça as melhores práticas para trabalhar o Projeto de Vida na sua escola!

Incentive o protagonismo do estudante

A aplicação do Projeto de Vida é mais uma razão para incentivar o protagonismo do aluno no seu processo de aprendizagem. Para que isso se torne viável, é indicado adotar metodologias ativas de aprendizado.

Em um cenário em que o estudante busca o conhecimento de maneira ativa, ele também desenvolve habilidades relevantes para as demais áreas da sua vida. Algumas delas são:

  • determinação e foco para conquistar os seus objetivos;
  • capacidade de resolução de problemas e tomada de decisão;
  • pensamento crítico;
  • inteligência emocional.

Faça autoavaliações

As autoavaliações consistem em uma forma de engajamento para que os alunos realizem reflexões contínuas quanto ao seu papel e como o tem desempenhado na escola e fora dela.

Ao fazer dessa habilidade um hábito, o jovem poderá utilizá-la em todos os setores da sua vida, fazendo dela uma ferramenta para o seu futuro. Com isso, tem uma postura mais crítica quanto à devolutiva dos educadores e colegas, o que também se aplica às suas relações pessoais.

Promova diálogos sobre o tema

O aluno só conseguirá desenvolver o seu projeto de vida no colégio se estiver consciente sobre o que é isso e a sua importância. Pensando nisso, é necessário promover diálogos sobre o tema, convidando-o a conhecer mais e refletir sobre o assunto. Abra espaço para que sejam feitas perguntas sobre o futuro, incluindo mais do que as aspirações profissionais.

É interessante ajudar os estudantes a criarem o projeto de vida por meio de perguntas sobre os seus objetivos de vida no decorrer do ano vigente e quais as estratégias mais adequadas para alcançá-los. Com essa medida, o professor ajuda o aluno a testar as habilidades na prática e de maneira interdisciplinar.

Aborde o tema nas disciplinas tradicionais

O formato interdisciplinar não é a única alternativa para trabalhar o Projeto de Vida e Carreira. Outra possibilidade é abordar o tema também nas disciplinas tradicionais, o que embasa e inspira o planejamento de vida do estudante na escola. Entenda como isso pode ser feito:

  • Português: a compreensão da Língua Portuguesa gera a identificação das origens do indivíduo. Ao conhecer as diversas variações linguísticas do Brasil, o aluno compreende as características e individualidades de cada região brasileira — aspecto que estimula o desenvolvimento social;
  • Matemática: o contato com a educação financeira trabalhada nesta disciplina instrui os jovens a perceberem o valor do dinheiro. Assim, podem ter um pensamento estratégico para lidar com as suas finanças desde cedo;
  • Ciências: o descobrimento de novas possibilidades proporcionadas pelas ciências faz com que o estudante pense sobre qual é o seu lugar e missão na sociedade. Elas também podem ser usadas para falar do mundo de trabalho, fazendo com que o adolescente planeje a sua jornada a longo prazo;
  • Geografia: a abordagem das diferenças sociais nos bairros da cidade em que a escola está localizada, por exemplo, contribui para que os discentes reflitam sobre o contexto ao seu redor, analisando as ações individuais e coletivas necessárias para que a sociedade seja mais justa;
  • História: as discussões sobre a pluralidade cultural do Brasil também resgata as origens do aluno, incentivando-o a pensar sobre qual é a sua história e como ela se relaciona com os seus valores.

A combinação desses aprendizados serve como um motor para alavancar o aluno na elaboração do seu projeto de vida. Quando entende quem realmente é, qual é a sua responsabilidade social e o que deseja ser futuramente, o adolescente faz um planejamento de vida mais embasado e seguro, o que o prepara para lidar com os desafios que encontrará na fase adulta e carreira profissional.

Contar com as ferramentas certas, como a plataforma Eleva, é fundamental para que a sua escola conduza o processo de formação dos alunos com excelência, pois ela oferece materiais completos e contextualizados à realidade das escolas e dos jovens da geração atual, que trabalham as habilidades cognitivas e não cognitivas.

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Guia completo sobre o Projeto de Vida e Carreira do Novo Ensino Médio

Um comentário em “Guia completo sobre o Projeto de Vida e Carreira do Novo Ensino Médio

  1. achei muito interessante essa nova proposta para o novo ensino medio,sera bom para todos principalmente para os docentes

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