Tecnologia educacional: conheça as melhores ferramentas para a escola

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No contexto atual, em que o acesso à internet tem sido cada vez mais democratizado, o uso das redes sociais e a possibilidade de compartilhamento de informações também crescem. À medida que tais ferramentas digitais vão se popularizando, ocorrem mudanças profundas em diversos setores, inclusive no nosso cotidiano. Com a educação não poderia ser diferente.

Segundo um estudo realizado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, cerca de 70% dos jovens brasileiros usam computadores como apoio aos estudos. Isso mostra como os avanços tecnológicos têm permitido novas formas de aprender e ensinar. Porém, a influência da tecnologia educacional não se restringe apenas aos momentos de estudo dos alunos. O ambiente da sala de aula também tem sofrido mudanças, e cabe aos educadores utilizá-las a favor do ensino.

Entre os maiores destaques, podemos citar mudanças como lápis, borracha e quadro negro substituídos por tablets, notebooks e lousas digitais. A internet sem fio também é uma grande agente da transformação: o professor pode conduzir seus estudantes a qualquer parte do mundo.

Mudanças parecem um grande desafio e é comum que inúmeras pessoas que já trabalham no setor tenham dificuldade em encará-las. Pensando nisso, preparamos este conteúdo para esclarecer como a implementação da tecnologia educacional pode atuar a favor das escolas, docentes e alunos, bem como apresentar as principais ferramentas e explicar como utilizá-las. Acompanhe!

O que é tecnologia educacional?

A tecnologia educacional nada mais é do que utilizar ferramentas tecnológicas de modo planejado para aperfeiçoar o processo de ensino e aprendizagem, desenvolver habilidades socioeducativas nos estudantes e fornecer acesso à informação e ao conhecimento. Um exemplo básico: usar o computador para pesquisas é aplicar a tecnologia educacional.

Por mais que o termo esteja sendo aplicado à educação mais recentemente, o seu desenvolvimento começa há algum tempo com o uso de retroprojetores, filmadoras, câmeras e impressoras. Hoje já temos uma variedade muito maior de instrumentos, como smartphones, tablets, lousa digital, entre outros.

Quando a proposta de uso de tais equipamentos é pensada em conjunto com o fazer pedagógico, a tecnologia educacional facilita a comunicação e torna o ensino mais dinâmico, estimulando a autonomia e a criatividade dos alunos.

Vale dizer que as possibilidades não se resumem aos equipamentos eletrônicos e aos aplicativos utilizados no cotidiano, como o WhatsApp e o Facebook. Existem inúmeros aplicativos, softwares e sites educacionais desenvolvidos para serem utilizados nas escolas por alunos e professores.

A tecnologia educacional também pode ser a própria metodologia de ensino, como é o caso do hackathon, uma maratona de programação com o objetivo de desenvolver soluções tecnológicas inovadoras para atender a um fim específico em curto espaço de tempo.

Por que investir em tecnologia educacional?

Investir em tecnologia educacional só tem a acrescentar aos processos de aprendizado, assim como na organização do ambiente escolar. Para os estudantes, a grande vantagem é o ensino personalizado, em que eles podem optar pelas ferramentas com as quais tem mais facilidade para aprender e acessar aulas e atividades remotamente em horários compatíveis com a sua rotina.

Outra razão para aperfeiçoar a escola com tecnologia, no que diz respeito aos alunos, é ter um diagnóstico automatizado dos discentes. Determinadas plataformas educacionais permitem que a equipe pedagógica obtenha dados de participação e, assim, avalie a performance de cada estudante e da turma como um todo. Dessa forma, os professores podem adotar estratégias para melhorar o rendimento da classe, como reforçar determinados assuntos e tirar as principais dúvidas.

A administração escolar também só tem a ganhar com a implementação da tecnologia na educação. Assim como toda benfeitoria, inicialmente é necessário um investimento para adquirir equipamentos eletrônicos e softwares. Porém, o retorno na redução de custos é quase imediato, já que economiza-se em deslocamentos e aluguel de espaços para atividades extracurriculares, por exemplo.

Como a tecnologia educacional está transformando o ensino?

Sabemos que os avanços tecnológicos tem impactado diversos setores, como a saúde, a segurança, a mobilidade e, consequentemente, a educação. A tecnologia educacional alterou vários processos de ensino e aprendizado e, inclusive a interação dos estudantes.

Há não muito tempo atrás, o ensino, independentemente se fundamental ou médio, era restrito à sala de aula, às explicações do professor e semanas de avaliações individuais. Agora, mesmo que as classes ainda tenham o seu espaço, um quadro negro, lições e trabalhos não são mais o suficientes para prender a atenção de uma geração altamente conectada. Sendo assim, cabe aos educadores buscarem soluções para manter o rendimento e o nível de aprendizado desses alunos.

Com o auxílio dos mecanismos da tecnologia educacional, é possível dinamizar as atividades mesmo nas aulas presenciais. A informática, por exemplo, torna o aprendizado mais dinâmico e interativo por permitir acesso à informação de qualidade, trazendo autonomia aos estudantes e troca de experiências entre quem ensina e quem está aprendendo.

Quais os benefícios das ferramentas educacionais para os alunos?

Como explicado anteriormente, independentemente da faixa etária, os alunos precisam cada vez mais de estímulos para se interessarem e manterem a atenção em um determinado assunto dentro e fora da sala de aula. Aplicar a tecnologia na educação é a melhor forma de atingir esse objetivo.

Ao injetar ferramentas educacionais no antigo cenário, o qual era passivo e apenas o professor compartilhava conhecimento, os estudantes ganham autonomia e flexibilidade, dando a oportunidade, por exemplo, de se aprimorarem em determinados assuntos de acordo com seus interesses e necessidades. O resultado são discentes querendo interagir, questionar e construir suas próprias opiniões.

Ainda podemos citar diversos benefícios das ferramentas educacionais para os alunos, entre os principais:

  • informações infinitas e de qualquer parte do mundo;
  • acesso remoto dos conteúdos a qualquer hora e em qualquer lugar;
  • compartilhamento de conhecimento, maior possibilidade de trabalho em equipe e colaboração;
  • análise de cenários em ambientes virtuais;
  • ritmo de aprendizado em nível individual;
  • entre outros.

Como incluir a tecnologia educacional na instituição de ensino?

Uma equipe pedagógica atualizada e instruída sabe que recusar a tecnologia nos métodos de ensino não é uma opção. Até porque é incoerente não utilizar os benefícios de uma grande aliada da educação, a qual, quando incorporada a bons conteúdos pedagógicos e a bons profissionais, potencializa o aprendizado e leva o aluno mais longe.

Para adotar ferramentas tecnológicas na escola, o primeiro passo é contar com um parceiro e plataforma especializada. Dessa forma, a equipe pedagógica terá todo o suporte necessário para implantar a tecnologia no métodos de ensino seguidos pela instituição de ensino.

É importante também que as mudanças não sejam feitas de forma brusca. Os professores e diretores podem fazer debates em sala de aula para os alunos se acostumarem com a ideia e incorporar as ferramentas de modo sutil e divertido, começando com jogos digitais, por exemplo.

Vale lembrar que, para um bom resultado, além de persistência e dedicação, a equipe de professores, diretores e outros colaboradores deve estar integrada e contar com um bom planejamento.

Quais as melhores ferramentas e recursos online disponíveis?

Como visto anteriormente, implantar a tecnologia educacional no ambiente escolar exige planejamento. Sendo assim, uma das etapas mais importante é a escolha dos recursos e equipamentos que serão utilizados. Entre os fatores condicionantes, podemos citar os conteúdos estudados e a faixa etária dos alunos.

Além dos instrumentos já presentes na vida da maioria dos estudantes e professores, como computadores, smartphones e mídias sociais, existem também softwares, plataformas e aplicativos que também são grandes aliados da educação. Selecionamos outras quatro ferramentas bastante interessantes. Confira!

1. Aplicativos educacionais

Com a nova geração de crianças e adolescentes cada vez mais interessada e integrada em tecnologia e ambientes virtuais, o aplicativo educacional pode ser uma excelente ferramenta para ganhar o interesse dos alunos e mantê-los imersivos e estimulados. Além do mais, a ferramenta tem a possibilidade de promover uma grande interatividade por meio de exercícios, vídeos e dinâmicas digitais.

Os aplicativos educacionais podem ser instalados em notebooks, tablets e smartphones e contam com atividades para serem realizadas tanto em sala quanto em casa. Algumas versões ainda podem ser customizadas de acordo com os objetivos e necessidades de cada aluno, já que possuem interface adaptativa.

Apesar de contribuir bastante para o aprendizado de crianças e adolescentes, qualquer faixa etária é beneficiada por essa tecnologia. Existem aplicativos específicos para a aplicação de simulados, por exemplo. Além de que, a facilidade de conciliação ao ensino tradicional faz do instrumento um excelente método para ser utilizado por escolas que estão começando a implantar tecnologias, acostumando aos poucos os estudantes.

Pais e professores também podem tirar bastante proveito de versões com planos de aulas e ferramentas de anotação, as quais são programadas para acompanhar o desenvolvimento dos estudantes, sua produção e frequência nas aulas.

2. Áudios, imagens e vídeos

Essas três mídias presentes há muito tempo em nosso cotidiano como forma de entretenimento permitem realizar aulas com conteúdo dinâmicos, atrativos e divertidos, independentemente da idade dos discentes. Além do mais, aplicando a Cultura Maker, elas podem ser criadas pelos próprios alunos, os quais usam a criatividade para filmar, fotografar e produzir.

Uma tática mais do que comprovada pelos alunos em relação ao áudio, é a criação de músicas para facilitar o aprendizado de assuntos considerados mais difíceis, como processos biológicos e a tabela periódica. O instrumento é muito utilizado também no aprendizado de idiomas, permitindo que o aluno escute a língua estrangeira falada por um nativo do país correspondente. Outra forma de usar o sentido da audição no aprendizado é por meio de livros falados, em que o conteúdo de um livro é narrado e gravado.

Já os vídeos, além das clássicas sessões de cinema com filmes educativos, são bastante úteis para facilitar o entendimento de determinadas disciplinas, como matemática e ciências. Os alunos podem assistir experimentos que não seriam possíveis de serem realizados dentro da sala de aula. Pensando na acessibilidade, o conteúdo visual é uma excelente forma de ensinar conceitos básicos da linguagem de sinais.

As imagens não ficam atrás no quesito atratividade. Sites disponibilizam download de representações de plantas, animais e fungos para serem explorados em sala de aula. Outra função surpreendente do uso de imagens é a possibilidade de exploração do planeta por meio de mapas interativos, os quais ilustram características geopolíticas e geográficas

3. Jogos digitais

A tecnologia educacional preferida das crianças e dos adolescentes pode contribuir muito para a formação de estudantes das demais faixas etárias. Afinal, os jogos digitais trabalham diferentes conteúdos em qualquer tipo de ensino e faz com que aprender seja leve e divertido, sem o peso da obrigação de entender o que está na lousa e nos livros.

Essa ferramenta também leva o nome de gamificação, o que nada mais é que um método da tecnologia educacional que utiliza das dinâmicas e benefícios dos jogos que demandam lógica, fazendo deles atividades de imersão, experimentação, tentativa e erro.

As principais vantagens desse instrumento é o combate à dispersão, à falta de interesse e às taxas de reprovação. Porém, as vantagens são inúmeras, entre elas podemos citar:

  • incentivo à interação entre os integrantes da turma;
  • dinamização da aula;
  • engajamento;
  • empatia;
  • inclusão da esfera lúdica;
  • fixação dos conteúdos.

A implementação dos jogos digitais em ambiente escolar não apresenta grandes dificuldades. A instituição de ensino precisa investir em equipamentos compatíveis com a inovação e em softwares online já existentes ou desenvolvê-lo de acordo com as especificidades da escola.

4. Visitas a museus virtuais

Não é novidade que os maiores museus e centros culturais do mundo expõem parte de seu acervo em páginas na internet, o que nem sempre é atrativo para os alunos, o que faz com que o recurso seja pouco usado em sala de aula. A inovação é que muitos deles estão criando ambientes virtuais, com recursos e ferramentas que simulam a visita presencial.

As plataformas digitais desenvolvidas por alguns desses museus permite que professores utilizem conteúdos autênticos e ferramentas interativas para criar aulas mais interessantes e sem deixar de seguir o conteúdo proposto pelo material didático e metodologia adotada, já que durante os “passeios” os alunos podem aprender desde história até física.

O museu virtual estimula a exploração e permite a interatividade dos usuários com a coleção. Entre as plataformas existentes, parte delas contam com ferramentas para salvar itens e rever no futuro, criar pastas para itens específicos (como documentos e pinturas), adicionar notas, entre outras. Já os responsáveis pela turma podem criar grupos de alunos e até planejar o percurso dentro do centro cultura.

Quais as consequências de não se adaptar?

Para muitos educadores e donos de escola que estão acostumados com o modelo tradicional, a mudança para uma educação tecnológica pode parecer assustadora. De qualquer forma, não existe mais a opção de não aplicar essas novas ferramentas. Utilizar a tecnologia deixou de ser um diferencial de algumas instituições de ensino e passou a ser uma ação obrigatória.

A realidade da nova geração deve refletir em sala de aula para que o aprendizado seja facilitado e estimulado. Isso porque o antigo modelo da educação não consegue mais dar respostas a essa geração que vivencia transformações em velocidades sem precedentes, impulsionadas pelas mudanças tecnológicas.

Não se adaptar a tais mudanças significa não preparar os alunos para a cidadania e o mercado de trabalho que encontrarão quando saírem da escola, já que apenas o conhecimento erudito não é o bastante para o aluno realizar-se pessoal e profissionalmente. Afinal, eles serão cidadãos de um mundo globalizado, onde a inovação tecnológica será cada vez mais o meio para a concepção de soluções viáveis para impasses sociais, ambientais e culturais.

Nenhuma tecnologia tira a importância das aulas de matemática e língua portuguesa, porém, deve-se agregar a essas habilidades as competências necessárias para formar jovens no contexto atual, onde não é mais necessário acumular conhecimento, mas é importante saber onde encontrá-lo e como aplicá-lo na prática.

Outra consequência de privar os estudantes da tecnologia é deixá-los ainda menos preparados para empregos que ainda não foram criados e tecnologias que ainda não foram inventadas. Afinal, 65% dos trabalhos que os jovens que hoje estão na educação básica realizarão ao final do seu percurso escolar ainda nem foram inventados.

Como escolher a melhor plataforma de ensino?

A equipe pedagógica deve ter como objetivo escolher uma plataforma de ensino que alcance todos os resultados positivos que a tecnologia pode trazer. Como material didático sempre atualizado, atividades de desenvolvimento socioemocionais, individualização do aprendizado e um conteúdo motivador.

Vale lembrar que a melhor opção nem sempre é aquela que visa o preparo dos estudantes para o vestibular, mas sim aquela que estimula o aluno a buscar soluções para desafios pessoais, sociais e profissionais que encontrarão ao longo de suas vidas.

É verdade que a escolha da plataforma de ensino pode variar conforme as características da escola, metodologias aplicadas e particularidades dos alunos. Porém, algumas questões devem ser analisadas por qualquer instituição de ensino:

  • material didático: os conteúdos devem ser completos, explicativos e organizados de modo que contribuam para a dinamização das aulas. O material deve ser formulado para motivar o aluno e deixar explícito a utilidade do conhecimento em situações reais do cotidiano;
  • adequação aos discentes: é interessante que a plataforma possa identificar as dificuldades do aluno e oferecer opções para reforçar o aprendizado, como questões personalizadas, exercícios específicos, monitoria online e até jogos educacionais;
  • avaliação da aprendizagem: é importante que o aluno seja submetido a testes sem a pressão de atingir nota de aprovação. Apenas dessa forma é possível verificar o real nível de aprendizado e certificar que está adequado à etapa do desenvolvimento. Uma maneira de fazer isso é por meio de simulados interdisciplinares presentes na plataforma;
  • desenvolvimento socioemocional: uma plataforma educacional deve promover reflexões, escuta, debates e questionamentos de forma que estimule o diálogo entre os alunos, combatendo o bullying, por exemplo;
  • auxílio aos educadores: uma plataforma de qualidade deve assessorar os professores por meio de fóruns, vídeos e manuais, de modo que a ferramenta contribua da melhor forma possível nas aulas e avaliações;
  • auxílio à direção escolar: um instrumento educacional de excelência não atua somente com os alunos e professores, mas sim na escola como um todo. A melhor opção é aquela que oferece suporte em todas as frentes, desde eventos até pedidos de material.

Os recursos da plataforma de ensino Eleva são exemplos de ferramentas que contam com todas as características citadas. O fato de administrar escolas próprias permite que os materiais e as técnicas sejam desenvolvidos baseados não apenas em teorias, mas também no conhecimento prático.

A cada ano letivo, a plataforma de ensino da Eleva Educação se destaca ainda mais no mercado por ser uma das mais modernas do Brasil. O resultado desse conjunto de características é um total de mais de 185 mil alunos e 3.500 professores utilizando a ferramenta.

Por que capacitar seus professores?

Inúmeras tecnologias de ponta podem ser aplicadas no ambiente escolar, mas de nada adiantará se os educadores não tiverem a formação necessária para utilizá-las. Para que haja qualidade na educação, os professores devem estar motivados e capacitados para fazer uso integral e inteligente da ferramenta digital.

Assim como qualquer metodologia de ensino, a tecnologia educacional não substitui os docentes. Sendo assim, para fazer valer o investimento aplicado no instrumento e para que o processo educacional funciona de maneira adequada e eficiente, a equipe pedagógica deve explorar todos os recursos disponíveis.

Para desenvolver boas técnicas de aprendizado, os profissionais não podem ter medo da tecnologia. Eles devem se capacitar nos equipamentos eletrônicos e buscar conhecimento em informática, inclusive por meio dos alunos, os quais podem ter a oportunidade de trocar de papel com o professor.

Sabemos que o mundo contemporâneo passa por transformações constantes e com uma velocidade nunca antes presenciada. Cabe a nós estarmos sempre em busca de conhecimento para nos adaptarmos às mudanças. Na educação, devemos acompanhar as atualizações para aperfeiçoar o ensino à realidade dos alunos, tornando o aprendizado mais atrativo e integrado, contribuindo para um melhor desempenho dos estudantes e dos educadores envolvidos.

Esperamos que esteja claro quais são os reais motivos para as instituições escolares incluírem cada vez mais os recursos tecnológicos e quais são os caminhos para escolher as melhores ferramentas de tecnologia educacional, assim como aplicá-las.

Se você está interessado em fazer sua escola evoluir e prepará-la para o futuro da educação, entre em contato conosco. Converse com nossos especialistas e descubra como podemos contribuir para o sucesso dos seus alunos e educadores!

Tecnologia educacional: conheça as melhores ferramentas para a escola
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